Aluguel de carro em Orlando


Se você vai para Orlando e se hospeda no complexo da Disney e não quer fazer turismo de compras, alugar um carro não é tão necessário porque eles oferecem traslado gratuitamente do aeroporto até os hotéis, parques ou até Downton Disney, a qualquer hora e há alguns, que te levam até algumas outlets. Mas se quiser dar um role para curtir a cidade ou comprar, é muito bom e vale à pena.
Nós alugamos um carro em Orlando, e não pela internet ( apesar de ser mais barato), porque o meu marido adora comprar(rsrsrs) e nesse caso, o veículo é fundamental. Principalmente se você vai comprar remédios, cremes e algumas “coisitas” nas Walgreens da vida. Para locar o carro, você entra em contato com uma agência( alugamos na Alamo) eles te pegam no hotel e te levam até `a agência. É claro que não fica muito barato, dizem que alugar através da internet é melhor. Não quisemos pagar para ver. Outra coisa que fizemos e o que encareceu ( tivemos que adquirir GPS, cadeirinha e seguro) a locação, foi pagar o tanque cheio de combustível antes, porque locamos o carro por três dias e não conseguimos consumir todo combustível e acabamos devolvendo o carro com ½ tanque. A locadora Alamo fica em Downton Disney e ao lado dessa locadora, há um posto de combustível o que facilita na hora do abastecimento e na devolução do carro.
Lembrando que, não precisa ter carteira internacional para dirigir em Miami ou Orlando, basta apenas apresentar a carteira de habilitação brasileira.
O carro que locamos foi um Ford Fusion. Veja as fotos.
Carro alugado   DSCN5949

Reaproveitando o berço e mudando a decoração


Reaproveitando o berço e transformando-o em um home office.

Reaproveitando o berço e transformando-o em um home office.

Quando resolvemos ter filhos, queremos sempre o melhor para eles, “of course”! A começar pelo quarto, os móveis são sempre os mais duráveis e que servirão para a vida toda. Só que esquecemos que os nossos bebês crescerão e que algumas coisas que adquirimos, só serão usadas de novo se optarmos por termos mais filhos. E aqueles casais que querem apenas um filho, como eu e o Jud, não sabem o que fazer com tanta “tranqueira”: doa ou reaproveita?
No nosso caso, sempre doamos, mas agora pesquisando na Internet, achei algumas ideias interessantes para reaproveitar o berço e  dar uma repaginada no quarto de seus pimpolhos ou  dos filhotes mais velhos.
Espero que gostem.

O berço transformado em um cantinho lúdico.

O berço transformado em um cantinho lúdico.

Esses modelos eu peguei no Google, mas adoraria ter tido essas ideias antes da reforma do quarto do João Paulo.

Bjs 1000!

As Gafes dos brasileiros em Orlando


Hoje vou falar um pouco sobre as “gafes’ que alguns brasileiros cometem ao visitar os diferentes lugares do mundo.

É muito comum, quando viajamos  ao exterior, ouvirmos de guias ou de brasileiros que prestam serviços aos turistas, sobre os problemas que  nós brasileiros causamos em determinada situação. Sabemos que a cultura dos países é bem diferente da nossa (of course!), mas têm pessoas que   querem, que o “quintal dos nossos vizinhos” sejam a extensão da casa deles. Ou seja, acham que podem fazer tudo igualmente, como fazem aqui,  que não terá problema, afinal os outros têm que saber que ele pode ser mal educado, pois “tá pagando”!

Nessa última viagem, sentimos isso na pele. Vamos começar pelo aeroporto: é comum os funcionários das companhias organizarem as filas  por ordem de chamada dos grupos ou pela classe que as pessoas adquiriram os seus bilhetes( A e executiva), então não há necessidade de todos os brasileiros fazerem a fila, já que seu grupo ainda não foi chamado, porque  isso acaba atrapalhando a entrada dos que já foram chamados ( depois reclamam quando falam que nós adoramos uma fila, né?). Isso para mim é o “jeitinho brasileiro” de querer furar a fila e desrespeitar o próximo. E o pior, vemos que esse  problema vai dos organizadores de excursões ( os  das “Tias” das agências), dos adolescentes, dos pais e até dos adultos intitulados elegantes e finos.

Já que falei em fila, outra imagem negativa que adoramos cultuar é a de “furões” de fila. Nos parques da Disney e os de Orlando não foi nem uma nem duas vezes que vimos essa situação, pois os funcionários dos parques viviam chamando atenção dos brasileiros por essa falta de educação. E qual foi a sensação do meu marido e a minha? De VERGONHA! De ser chamados também de brasileiros, pois acham que TODOS nós somos iguais e apresentamos o mesmo comportamento ( e olha que não é só nossa essa indignação, os brasileiros que vivem lá fora também relatam esse sentimento horroroso em relação a essa falta de educação dos nossos compatriotas ).

Outra coisa que também vimos e não gostamos, foi a bagunça deixada pelos brasileiros após  fazerem suas refeições. É muito raro ver um brasileiro retirando o lixo de suas mesas e jogando-os fora nas lixeiras, ( que por sinal, estão em todas as partes dos refeitórios dos hotéis ou de salões de” fast food”) ao contrário dos americanos e europeus. Mas porque fazem isso?  ( Acredito que eles pensem assim: por que eu vou organizar ou retirar o lixo, se tem funcionário para fazer isso por mim?) Isso é o que mais me deixa chateada: a falta de respeito com o outro, principalmente com aquele que virá após você sair da mesa. Custa você levantar e limpar a mesa? Não seria uma forma de exercer a cidadania e de também educar seus filhos para um mundo melhor? ( Discurso esse que muitos falam e  que quase ninguém pratica).

Outra coisa, vocês já viram brasileiro indo para os shoppings  carregando malas? E os filhos, então? Aqui, certamente eles diriam que estão “pagando mico”, principalmente se levasse uma, duas ou  várias malas( as  malas são de acordo com a quantidade de membros  por  família, não é?). Se aqui não temos coragem de fazer isso, por que fizemos isso nos EUA? Porque é “chic” ( Gloria Kalil acharia “cafona”)? Porque mostra que temos dinheiro? (Lembre-se que, quem tem, gosta de discrição) Ou porque queremos ser tratados como “ reis”?(Pelos vendedores, talvez…)  Pois é, saibam que não é bem assim que somos vistos, pois  somos ridicularizados por essa atitude “tupiniquim” e emergente. Veja, sou brasileira, viajo há anos para o exterior e nunca gostei de parecer que sou uma turista “transloucada”. Pelo contrário, gosto de ser normal, comportar-me com educação e discrição para  não fazer parte da estatística dos turistas brasileiros sem educação . Vejam só se não tenho razão : estávamos  na fila de  um restaurante   em Downton Disney, um japonês perguntou para um americano sobre um grupo de pessoas que gritavam e riam alto: São brasileiros? O americano logo respondeu: são sim! Eles adoram fazer isso!… Eu e meu marido ao ouvirmos a conversa,  ficamos muito tristes, pois o comentário foi de reprovação e não de admiração.

Portanto, ao viajar para o exterior, leia, informe-se sobre a cultura local, quais atitudes que são abomináveis e pensem: qual comportamento pode ser considerado de “pagar mico” em nosso país? Exclua-o da sua vida durante a viagem e evite situações desconcertantes, tanto para você quanto para os outros brasileiros que viajam para outros países, ok!

Bjs 1000

Fila para fazer reserva no T-Rex em Downton Disney.

Fila para fazer reserva no T-Rex em Downton Disney.

Resort da Disney Art of Animation: “aí que delícia!”


Como eu disse no outro post, ficamos no novo resort da Disney: Art of Animation.

Um dos prédios do complexo dos Carros

Um dos prédios do complexo dos Carros

Ao programarmos a nossa viagem procurei informações sobre os hotéis que fazem parte do complexo Disney Word. Alguns turistas dizem que o tratamento não é bom, os quartos não são limpos, não há troca de toalhas diariamente, a comida é péssima, o custo da hospedagem é muito alto pelo pouco que oferecem. Acredito que esses que fazem ou fizeram esses tipos de comentários não teve a oportunidade de viajar pelo nosso “ brasilzão” porque em matéria de exploração, o setor hoteleiro e turístico brasileiro ganha de 10 a 0(zero). Os hotéis são carissimos e se você fica em um resort, então? Tudo é caro, a maioria dos funcionários não tem mão de obra qualificada( e muitos são explorados pelos patrões), as opções de lazer e alimentação são poucas e também “expensive”, ou seja, como já percebemos viajar pelo Brasil é bem menos vantajoso do que ir para fora do país.

É claro, que no quesito alimentação a nossa comida é a melhor( porque estamos acostumados com ela, of course!), mas se você for aos bons restaurantes em Orlando não sentirá tanta falta, porque além de comer-se muito bem(porque americano come muito), fartamente, o preço é muito mais em conta porque a qualidade dos alimentos é bem melhor do que a nossa( alguns podem falar que eu  “ianicanizei”, mas realmente nós brasileiros sofremos muito com o descaso do nosso governo com a qualidade e preço dos nossos alimentos). Veja um exemplo, no Applebees( rede de restaurantes que temos aqui em Bh e em Orlando), em Orlando, você pede um prato (farto)com camarão (VG), uma boa massa e paga $10,90 (cerca de 23 reais- jan2013), aqui um prato parecido, você paga no mínimo R$ 60,00( por uma porção pequena), ou seja, um absurdo! E depois, fala-se que  o americano come mal!

Espaço externo do complexo da Pequena Sereia

Espaço externo do complexo da Pequena Sereia

Voltando ao resort… Dentro da análise feita anteriormente, ficamos no Art of Animation ( no complexo dos Carros) em um quarto completo( Family) com uma mini cozinha, dois banheiros, sala de estar e uma  para as refeições, com três piscinas, lavanderia, monitores ( que fazem pintura, gincanas e brincadeiras) e salva –vidas nas piscinas ( que fica aberta o tempo todo), restaurante, sala de jogo ( videogames pagos, of course!) playground e à noite exibição de filmes para a criançada. Ônibus que saem de 10 em 10 minutos para os parques o dia todo e para a Downton Disney, gratuitamente ( e você não precisa ficar dando gorjetas, toda vez que entra ou sai do veículo, para os motoristas). Por tudo isso e algumas coisinhas mais, realmente foi bem mais econômico ficar nesse  hotel.

O hotel apresenta vários complexos, tem o dos Carros, o do Procurando Nemo, o do rei Leão e o da Pequena Sereia( standart). Os quartos “family”( como o próprio nome diz é para uma família até 6 pessoas) tem um ótimo espaço e cada complexo apresenta uma atração à parte sobre o respectivo tema(como você podem ver nas fotos). Ficamos no complexo dos Carros, porque meu filho( como toda criança de 3 anos) AMA!, Além disso, você passeia pelos lugares e senti que está dentro do cenário dos filmes. Os pais, assim como os filhos, ficam deslumbrados. É tanto FLASH! (Porque todos querem tirar fotos e guardar cada centímetro do lugar).

No hotel, você pode adquirir uma caneca (MUG) que dá direito a você ( e cada membro de sua família que adquiriu a caneca) servir à vontade com chocolate quente, chá, refrigerante e café. Ou seja, um verdadeiro Oásis de diferentes líquidos!E para quem gosta de refrigerante, então?!…

Há dentro do hotel um restaurante ( com cardápio variado tanto para o café da manhã quanto para as demais refeições diárias) que serve um croissant, divino!( podem até reclamar, mas achei melhor que os dos franceses) E a pizza também é gostosa, tem aquela borda bem cheia como os americanos gostam e que eu também adoro!

Cinema noturno montado para a garotada diariamente

Cinema noturno montado para a garotada diariamente

Quarto dos Carros, onde ficamos. Hiper confortável!

Quarto dos Carros, onde ficamos. Hiper confortável!

FÉRIAS nos resorts da Disney, vale a pena?


Uma das piscinas do resort

Nessas férias, mais uma vez voltamos à Flórida. Dessa vez resolvemos hospedar em um dos hotéis da Disney. Por quê? Lendo blogs, analisando… E por experiência própria, percebemos que o custo de ficar em hotéis, fora da esfera da Disney, é quase o mesmo. Porque muitos não oferecem infraestrutura para crianças pequenas, não há uma “ baby copa” e você não pode higienizar as mamadeiras ou outros utensílios  adequadamente e a alimentação também é precária. E olha que já ficamos em hotéis muitos bons como o Conrad e nada foi feito para nos ajudar nesse quesito. Ou seja, para nós não foi uma boa experiência das vezes que estivemos em Orlando ou Miami.
Agora, ficamos SUPER contentes com a nossa hospedagem. Primeiro, o hotel era novinho(ART OF ANIMATION), o quarto em que ficamos era grande, confortável e hiper limpo. Segundo, que o atendimento é de PRIMEIRA e terceiro, a atmosfera encanta e faz com que você se sinta realmente parte do mundo de magia do Walt Disney.

Espaço externo do complexo Rei Leão

Acreditamos que se colocarmos na balança o valor da diária da hospedagem; do traslado para aeroporto e para os parques ou do aluguel do carro; estacionamento do hotel ( porque em alguns hotéis paga-se, – no DubleTree pagamos para estacionar, apesar de estarmos hospedados no hotel) e também paga-se o estacionamento dos parques; animadores para fazer atividades o dia inteiro e noturnas com as nossas crianças, playground e o melhor, entrar nos parques sem enfrentar longas filas( a não ser a da revista das bagagens), realmente vale a comodidade, cada centavo gasto e no final das contas, sai mais barato.
Enfim, recomendo ficar nos hotéis da Disney porque o hóspede é realmente valorizado e respeitado. Independente de ser brasileiro, americano, rico, classe média, falar inglês ou não.

A ESCOLHA DA ESCOLA PARA OS NOSSOS “BABIES”


Nós pais, sempre ficamos preocupados com qual idade devemos colocar os nossos filhos na escola. Eu coloquei o Papu, João Paulo, aos quatro meses. Porque pensei que continuaria trabalhando e que seria difícil o período de adaptação depois que voltasse ao trabalho.

Encontrar uma escola é outro problema, apesar de ter várias espalhadas pelos bairros da nossa cidade e que aparentemente parecem “legais” ( é um selo que as escolas particulares recebem pela Associação das escolas particulares aqui em BH), o que acho não ser muito confiável. Muitas cobram caro e não oferecem nenhum diferencial em relação às escolas públicas porque as creches da prefeitura de Bh têm dado de 0 a 10 em relação  a algumas particulares.

Ao visitar as escolas, procurei ir sem marcar entrevista para evitar maquilagem do espaço escolar. Outra coisa que eu fiz e que considero uma ótima dica, é levar alguém com você, principalmente do sexo feminino porque é mais observadora e antenada nas questões de higiene.

Também é de fundamental importância verificar se a escola tem enfermeira no berçário e quantas ajudantes trabalham com as crianças pequenas.

Referência? Não considero muito importante porque têm “mães” que só querem encontrar um lugar para “enfiar” seus filhos e não dão à mínima para nenhuma das questões acima. Porque desde que elas tenham o seu tempo “livre”, sem crianças,  é tudo de “bom”, e,  acabam não sendo uma boa fonte de informação.

Portanto, acredito que a escola tem que ser mais do que um depósito de crianças, tem que ter funcionários felizes, que ganhem bem, um espaço acolhedor ( não precisa ser cheio de recursos e brinquedos porque certamente seu filho ficará sempre jogado e sem supervisão: “já que está brincando”…), que a diretora e coordenadora  estejam sempre presentes para contornar algum problema e dar suporte aos funcionários.

Espero que você pense muito e encontre “aquela” escola especial e que faça seu filho feliz como o meu foi e é.

Bjs 1 000!

HAPPY BIRTHDAY PAPU!


Mais um ano de vida e quanta coisa comentamos e vivemos…

Alegria é isso, poder comemorar com quem gostamos… Então vamos lá?

No aniversário do blog, quem ganha é você! O presente do blog é esta linda peça da www.papuboutique.com.br, ou seja, um body!

Obs: body na cor verde folha, tamanho M e manga curta.

Para participar, basta você mandar um comentário sobre o  blog e participar do sorteio( emails e comentários não serão divulgados, caso não autorizado).

Let´s go!

Repaginando o Quarto do Bebê


Durante a reforma do quarto, pensamos muito em arrumar um lugar para guardar os brinquedos do Papu e, que ao mesmo tempo, permitisse a ele escolher, brincar e guardá-los, sem precisar da  ajuda de um adulto. Porque a maioria dos jogos, carrinhos e outras peças, ficavam acondicionados em caixas dentro dos armários ou das embalagens. O que não favorecia o ato de brincar.

Então, optamos por uma estante, formada por nichos ( R$ 145,00), e caixas organizadoras ( compramos cada uma por R$ 15,00 – Nov/2011) e  a maior para colocar bichos de pelúcia e bonecos por R$ 49,00. Valeu a pena e o efeito ficou simples e prático.

As caixas também, pedagogicamente, ajudam na construção dos conceitos de seriação, classificação e de agrupamento. Porque o menino começa a classificar os objetos que podem ser colocados nas respectivas caixas. Ex: caixa só de carrinhos, de bonecos, de material para colorir, de fantoches e etc. O João Paulo mesmo não deixa nem trocar as caixas de lugar e nem os objetos que são colocados nelas, ele reclama e diz “ tá errado” e organiza certinho.

Reforma do quarto do Bebê


Queria que o João Paulo voltasse para o seu quarto e deixasse de dormir conosco. Vocês devem está se perguntando por que o Papu dorme com os pais até hoje? Porque, infelizmente, resolvi escutar as pessoas que diziam que bebês devem ficar com os pais, de preferência em sua cama por serem frágeis e necessitarem de maior atenção.  Querem uma dica? JAMAIS façam isso! Porque seu filho acostuma, o seu marido fica com pena da criança e cria uma resistência  enorme. E tudo fica mais difícil…

Por isso, resolvi investir em uma mudança que despertasse o interesse do João Paulo e fizesse-o  querer dormir sozinho.

Primeiro mudei a cor da parede. Queria uma pintura que imitasse o efeito “jeans”. Tentei, gastei  quatro latas de tinta e ficou horrível! O pessoal “especializado” não conseguiu fazê-lo. Então, para corrigir os erros anteriores e evitar mais gastos, optei pelo azul escuro. Acho que ficou mais bonito e diferente.

Se você observar o quarto anterior, perceberá que os painéis são os mesmos, apenas retirei alguns motivos e mudei a disposição  deles na parede.  Ficou menos “bebezinho” e mais com “cara” de menino. Ele adorou!

Dicas de Shoppings em Buenos Aires


Com criança não dá para ficar visitando todos os shoppings, mas um que fomos e adoramos também  foi o Buenos Aires Design  (fica na Pueyrredón 2501, Recoleta). Resolvemos não pegar taxi e nem ir de metrô, apesar de ter uma estação muito próxima.  Como ficamos no Hotel Galerias, na Calle Tucumán, andamos umas dez quadras, até chegar no Recoleta. As ruas são arborizadas planas, limpas e convidam para um passeio a pé, principalmente se for em um domingo ensolarado…

Esse shopping fica na parte inferior do cemitério Recoleta. Foi o primeiro centro comercial latino-americano voltado exclusivamente para a arquitetura, design e decoração( e tem cada decoração!!…).  No terraço está o Paseo del Pilar, repleto de restaurantes com mesinhas externas e com uma bela vista para a Plaza Francia( lugar onde acontece a famosa feira do Recoleta).